Bem-vindos ao Portal do
Espaço de formação, reflexão, colaboração e troca de experiências dos profissionais da educação.
Professores, gestores e demais profissionais da educação das Redes Municipais de Educação de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Igaratá, Itaquaquecetuba, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel e Suzano.
Dias 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro de 2026, quartas-feiras, das 19:00 às 21:00, em sessões transmitidas pela internet.
Palestras e Debates com especialistas nacionais e internacionais.
Programação em construção.
Profissionais da educação dos municípios participantes já estão previamente credenciados a participar de todas as sessões do fórum. Pessoas não credenciadas também poderão acompanhar as sessões abertas pelo YouTube (https://www.youtube.com/c/FórumEducaçãoAltoTietê).
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As videoconferências contarão com legendas, interpretação em Libras e tradução simultânea em português para a palestra internacional.
É doutoranda em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), na linha de pesquisa Desigualdades e Diferenças. É conselheira da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e integrante do Observatório Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituído pelo Ministério da Educação.
Atua como formadora e assessora de redes públicas e privadas de ensino na elaboração, implementação e avaliação de políticas e práticas de educação inclusiva e anticapacitista, com trajetória na formação de professores, educação popular e desenvolvimento de projetos voltados à garantia do direito à educação.
É cofundadora do Instituto Cáue – Redes de Inclusão, organização dedicada à incidência na formulação de políticas públicas e ao fortalecimento de redes anticapacitistas em todo o país.
Sua produção acadêmica e sua atuação pública concentram-se nas políticas de educação inclusiva, na permanência escolar de estudantes com deficiência, no enfrentamento ao capacitismo e nas interseccionalidades. Mulher com deficiência e mãe de uma criança com deficiência, articula pesquisa, incidência política e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

É doutoranda em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), na linha de pesquisa Desigualdades e Diferenças. É conselheira da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e integrante do Observatório Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituído pelo Ministério da Educação.
Atua como formadora e assessora de redes públicas e privadas de ensino na elaboração, implementação e avaliação de políticas e práticas de educação inclusiva e anticapacitista, com trajetória na formação de professores, educação popular e desenvolvimento de projetos voltados à garantia do direito à educação.
É cofundadora do Instituto Cáue – Redes de Inclusão, organização dedicada à incidência na formulação de políticas públicas e ao fortalecimento de redes anticapacitistas em todo o país.
Sua produção acadêmica e sua atuação pública concentram-se nas políticas de educação inclusiva, na permanência escolar de estudantes com deficiência, no enfrentamento ao capacitismo e nas interseccionalidades. Mulher com deficiência e mãe de uma criança com deficiência, articula pesquisa, incidência política e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
Muito se fala sobre inclusão, mas talvez ainda nos falte aprofundar o que ela exige da escola. Se incluir não é apenas garantir acesso, tampouco se resume à oferta de apoios ou ao cumprimento de normas. A educação inclusiva interpela a própria ideia de escola: seus modos de ensinar, avaliar, organizar o tempo, produzir pertencimento e reconhecer quem é considerado digno de aprender.
Nesta palestra, propõe-se uma reflexão sobre os impasses contemporâneos da educação inclusiva, compreendendo-os menos como problemas individuais e mais como expressão das formas pelas quais organizamos o comum. A partir do diálogo entre pesquisa, políticas públicas e experiência concreta nas redes de ensino, serão discutidos temas como permanência escolar, capacitismo, cuidado, interseccionalidades e os desafios da construção de sistemas educacionais comprometidos com o direito à educação de todas as pessoas.
Nosso convite é pensar a educação inclusiva como um projeto ético, político e pedagógico que transforma não apenas a vida de estudantes com deficiência, mas o próprio sentido da escola democrática.
Participação do presidente do CONDEMAT, secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Com licenciatura em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 1979, Maria Lacerda é especialista em Gestão de Sistemas Educacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) desde 2000. Atualmente, é Secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolecente no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. É pesquisadora associada da Diretoria de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV-RJ). Foi professora de História em escolas privadas e públicas de Belo Horizonte, entre 1976 e 2001, e trabalhou como vice-diretora do Colégio Municipal de Belo Horizonte, de 1989 a 1992. Além disso, foi diretora do Centro de Aperfeiçoamento dos profissionais da educação da rede municipal de Belo Horizonte, entre 1993 e 1996, e do Centro de Capacitação em Informática Pública, da Empresa de Processamentos de Dados de Belo Horizonte (Prodabel), de 1997 a 1999. Em sua trajetória profissional, Lacerda já atuou como consultora do Programa de Aperfeiçoamento dos Secretários Municipais de Educação (Prasem), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/MEC/Unicef), entre 1999 e 2001. Foi secretária municipal de Educação do município de Belo Horizonte (2002-2007) e presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) de 2005 a 2007. Antes disso, ocupou o cargo de secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), de 2007 a 2012, além de ter sido diretora da Fundação SM Brasil, de 2012 a 2020.

Com licenciatura em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 1979, Maria Lacerda é especialista em Gestão de Sistemas Educacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) desde 2000. Atualmente, é Secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolecente no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. É pesquisadora associada da Diretoria de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV-RJ). Foi professora de História em escolas privadas e públicas de Belo Horizonte, entre 1976 e 2001, e trabalhou como vice-diretora do Colégio Municipal de Belo Horizonte, de 1989 a 1992. Além disso, foi diretora do Centro de Aperfeiçoamento dos profissionais da educação da rede municipal de Belo Horizonte, entre 1993 e 1996, e do Centro de Capacitação em Informática Pública, da Empresa de Processamentos de Dados de Belo Horizonte (Prodabel), de 1997 a 1999. Em sua trajetória profissional, Lacerda já atuou como consultora do Programa de Aperfeiçoamento dos Secretários Municipais de Educação (Prasem), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/MEC/Unicef), entre 1999 e 2001. Foi secretária municipal de Educação do município de Belo Horizonte (2002-2007) e presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) de 2005 a 2007. Antes disso, ocupou o cargo de secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), de 2007 a 2012, além de ter sido diretora da Fundação SM Brasil, de 2012 a 2020.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Pedagoga e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp, onde é professora associada no Departamento de Psicologia Educacional e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Coordenadora do Laboratório de Psicologia Genética da Unicamp e coordenadora associada do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) da Unesp/Unicamp. Recebeu o prêmio Faz Diferença 2023 na categoria Educação concedido pelo O Globo. Suas pesquisas abordam temas como clima e convivência escolar, conflitos, violências, relações interpessoais, além do desenvolvimento moral e socioemocional. É integrante de entidades nacionais e internacionais que atuam nessas áreas.

Pedagoga e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp, onde é professora associada no Departamento de Psicologia Educacional e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Coordenadora do Laboratório de Psicologia Genética da Unicamp e coordenadora associada do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) da Unesp/Unicamp. Recebeu o prêmio Faz Diferença 2023 na categoria Educação concedido pelo O Globo. Suas pesquisas abordam temas como clima e convivência escolar, conflitos, violências, relações interpessoais, além do desenvolvimento moral e socioemocional. É integrante de entidades nacionais e internacionais que atuam nessas áreas.
Pesquisas indicam o aumento de problemas de convivência no cotidiano escolar, como as manifestações perturbadoras, entre elas indisciplina, transgressões e incivilidades, e as manifestações violentas, como bullying, ciberagressões, discriminações, entre outras. A escola também é atravessada por violências que a invadem, como os ataques de violência extrema e atitudes de intolerância e agressões potencializadas pelas interações de crianças e adolescentes em subculturas violentas online. Neste encontro, serão discutidos esses desafios e será apresentado um conjunto de ações coordenadas e complementares que contribuem para a melhoria da qualidade da convivência e para o enfrentamento das violências, fortalecendo a escola como comunidade de cuidado e pertencimento.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Doutora em educação pela PUC-Rio, mestre, também em educação, pela USP. Com trajetória de atuação na educação pública, privada, terceiro setor e organismos internacionais, foi consultora de organizações de como MEC, UNDIME, UNICEF, Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Fundação Itaú Social, Instituto Unibanco, Instituto Ayrton Senna e Instituto Natura. Fundou e lidera a Aláfia Consultoria e Pesquisa, organização especializada em implementação situada de transformações institucionais orientadas para aprendizagem com equidade e justiça.

Doutora em educação pela PUC-Rio, mestre, também em educação, pela USP. Com trajetória de atuação na educação pública, privada, terceiro setor e organismos internacionais, foi consultora de organizações de como MEC, UNDIME, UNICEF, Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Fundação Itaú Social, Instituto Unibanco, Instituto Ayrton Senna e Instituto Natura. Fundou e lidera a Aláfia Consultoria e Pesquisa, organização especializada em implementação situada de transformações institucionais orientadas para aprendizagem com equidade e justiça.
O que implica, hoje, assumir o compromisso com a equidade racial na gestão educacional?
Esta atividade propõe uma reflexão sobre os desafios contemporâneos da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e da educação antirracista, convidando a pensar a escola como espaço estratégico para construir e sustentar políticas, culturas institucionais e práticas comprometidas com a garantia do direito de aprender de cada estudante. O horizonte normativo dessa discussão foi firmado há mais de duas décadas, mas traduzi-lo em decisões cotidianas de gestão da escola e da sala de aula permanece um trabalho em aberto.A sessão problematiza questões que as redes enfrentam no dia a dia e mobiliza referenciais capazes de ampliar a leitura das responsabilidades, das tensões e das possibilidades que atravessam a escola pública diante das desigualdades raciais. Ao lado dos marcos de direito e de justiça social, incorpora epistemologias negras como chaves de leitura que reposicionam o exercício de uma educação comprometida com a equidade.A proposta é ampliar o repertório analítico, fortalecer o diálogo em torno de políticas educacionais comprometidas com a justiça social e afirmar a ERER e a educação antirracista como dimensões constitutivas do projeto educativo das redes e da vida escolar.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Economista, mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É superintendente executivo do Instituto Unibanco. Atuou como Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC) e como Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Foi superintendente executivo do Instituto Unibanco, liderando programas de apoio à gestão educacional em redes públicas, com foco em equidade, permanência e aprendizado dos estudantes. Tem larga produção e participação em debates sobre desigualdades educacionais, juventudes e políticas públicas de longo prazo, incluindo análises prospectivas sobre os desafios da escola no futuro próximo.
Economista, mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É superintendente executivo do Instituto Unibanco. Atuou como Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC) e como Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Foi superintendente executivo do Instituto Unibanco, liderando programas de apoio à gestão educacional em redes públicas, com foco em equidade, permanência e aprendizado dos estudantes. Tem larga produção e participação em debates sobre desigualdades educacionais, juventudes e políticas públicas de longo prazo, incluindo análises prospectivas sobre os desafios da escola no futuro próximo.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

Economista, mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atuou como Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC) e como Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Foi superintendente executivo do Instituto Unibanco, liderando programas de apoio à gestão educacional em redes públicas, com foco em equidade, permanência e aprendizado dos estudantes. Tem larga produção e participação em debates sobre desigualdades educacionais, juventudes e políticas públicas de longo prazo, incluindo análises prospectivas sobre os desafios da escola no futuro próximo.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
É doutoranda em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), na linha de pesquisa Desigualdades e Diferenças. É conselheira da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e integrante do Observatório Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituído pelo Ministério da Educação.
Atua como formadora e assessora de redes públicas e privadas de ensino na elaboração, implementação e avaliação de políticas e práticas de educação inclusiva e anticapacitista, com trajetória na formação de professores, educação popular e desenvolvimento de projetos voltados à garantia do direito à educação.
É cofundadora do Instituto Cáue – Redes de Inclusão, organização dedicada à incidência na formulação de políticas públicas e ao fortalecimento de redes anticapacitistas em todo o país.
Sua produção acadêmica e sua atuação pública concentram-se nas políticas de educação inclusiva, na permanência escolar de estudantes com deficiência, no enfrentamento ao capacitismo e nas interseccionalidades. Mulher com deficiência e mãe de uma criança com deficiência, articula pesquisa, incidência política e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

É doutoranda em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), na linha de pesquisa Desigualdades e Diferenças. É conselheira da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e integrante do Observatório Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituído pelo Ministério da Educação.
Atua como formadora e assessora de redes públicas e privadas de ensino na elaboração, implementação e avaliação de políticas e práticas de educação inclusiva e anticapacitista, com trajetória na formação de professores, educação popular e desenvolvimento de projetos voltados à garantia do direito à educação.
É cofundadora do Instituto Cáue – Redes de Inclusão, organização dedicada à incidência na formulação de políticas públicas e ao fortalecimento de redes anticapacitistas em todo o país.
Sua produção acadêmica e sua atuação pública concentram-se nas políticas de educação inclusiva, na permanência escolar de estudantes com deficiência, no enfrentamento ao capacitismo e nas interseccionalidades. Mulher com deficiência e mãe de uma criança com deficiência, articula pesquisa, incidência política e defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
Muito se fala sobre inclusão, mas talvez ainda nos falte aprofundar o que ela exige da escola. Se incluir não é apenas garantir acesso, tampouco se resume à oferta de apoios ou ao cumprimento de normas. A educação inclusiva interpela a própria ideia de escola: seus modos de ensinar, avaliar, organizar o tempo, produzir pertencimento e reconhecer quem é considerado digno de aprender.
Nesta palestra, propõe-se uma reflexão sobre os impasses contemporâneos da educação inclusiva, compreendendo-os menos como problemas individuais e mais como expressão das formas pelas quais organizamos o comum. A partir do diálogo entre pesquisa, políticas públicas e experiência concreta nas redes de ensino, serão discutidos temas como permanência escolar, capacitismo, cuidado, interseccionalidades e os desafios da construção de sistemas educacionais comprometidos com o direito à educação de todas as pessoas.
Nosso convite é pensar a educação inclusiva como um projeto ético, político e pedagógico que transforma não apenas a vida de estudantes com deficiência, mas o próprio sentido da escola democrática.
Participação do presidente do CONDEMAT, secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Com licenciatura em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 1979, Maria Lacerda é especialista em Gestão de Sistemas Educacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) desde 2000. Atualmente, é Secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolecente no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. É pesquisadora associada da Diretoria de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV-RJ). Foi professora de História em escolas privadas e públicas de Belo Horizonte, entre 1976 e 2001, e trabalhou como vice-diretora do Colégio Municipal de Belo Horizonte, de 1989 a 1992. Além disso, foi diretora do Centro de Aperfeiçoamento dos profissionais da educação da rede municipal de Belo Horizonte, entre 1993 e 1996, e do Centro de Capacitação em Informática Pública, da Empresa de Processamentos de Dados de Belo Horizonte (Prodabel), de 1997 a 1999. Em sua trajetória profissional, Lacerda já atuou como consultora do Programa de Aperfeiçoamento dos Secretários Municipais de Educação (Prasem), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/MEC/Unicef), entre 1999 e 2001. Foi secretária municipal de Educação do município de Belo Horizonte (2002-2007) e presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) de 2005 a 2007. Antes disso, ocupou o cargo de secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), de 2007 a 2012, além de ter sido diretora da Fundação SM Brasil, de 2012 a 2020.

Com licenciatura em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 1979, Maria Lacerda é especialista em Gestão de Sistemas Educacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) desde 2000. Atualmente, é Secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolecente no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. É pesquisadora associada da Diretoria de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (DGPE/FGV-RJ). Foi professora de História em escolas privadas e públicas de Belo Horizonte, entre 1976 e 2001, e trabalhou como vice-diretora do Colégio Municipal de Belo Horizonte, de 1989 a 1992. Além disso, foi diretora do Centro de Aperfeiçoamento dos profissionais da educação da rede municipal de Belo Horizonte, entre 1993 e 1996, e do Centro de Capacitação em Informática Pública, da Empresa de Processamentos de Dados de Belo Horizonte (Prodabel), de 1997 a 1999. Em sua trajetória profissional, Lacerda já atuou como consultora do Programa de Aperfeiçoamento dos Secretários Municipais de Educação (Prasem), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/MEC/Unicef), entre 1999 e 2001. Foi secretária municipal de Educação do município de Belo Horizonte (2002-2007) e presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) de 2005 a 2007. Antes disso, ocupou o cargo de secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), de 2007 a 2012, além de ter sido diretora da Fundação SM Brasil, de 2012 a 2020.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Pedagoga e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp, onde é professora associada no Departamento de Psicologia Educacional e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Coordenadora do Laboratório de Psicologia Genética da Unicamp e coordenadora associada do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) da Unesp/Unicamp. Recebeu o prêmio Faz Diferença 2023 na categoria Educação concedido pelo O Globo. Suas pesquisas abordam temas como clima e convivência escolar, conflitos, violências, relações interpessoais, além do desenvolvimento moral e socioemocional. É integrante de entidades nacionais e internacionais que atuam nessas áreas.

Pedagoga e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp, onde é professora associada no Departamento de Psicologia Educacional e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Coordenadora do Laboratório de Psicologia Genética da Unicamp e coordenadora associada do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) da Unesp/Unicamp. Recebeu o prêmio Faz Diferença 2023 na categoria Educação concedido pelo O Globo. Suas pesquisas abordam temas como clima e convivência escolar, conflitos, violências, relações interpessoais, além do desenvolvimento moral e socioemocional. É integrante de entidades nacionais e internacionais que atuam nessas áreas.
Pesquisas indicam o aumento de problemas de convivência no cotidiano escolar, como as manifestações perturbadoras, entre elas indisciplina, transgressões e incivilidades, e as manifestações violentas, como bullying, ciberagressões, discriminações, entre outras. A escola também é atravessada por violências que a invadem, como os ataques de violência extrema e atitudes de intolerância e agressões potencializadas pelas interações de crianças e adolescentes em subculturas violentas online. Neste encontro, serão discutidos esses desafios e será apresentado um conjunto de ações coordenadas e complementares que contribuem para a melhoria da qualidade da convivência e para o enfrentamento das violências, fortalecendo a escola como comunidade de cuidado e pertencimento.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Doutora em educação pela PUC-Rio, mestre, também em educação, pela USP. Com trajetória de atuação na educação pública, privada, terceiro setor e organismos internacionais, foi consultora de organizações de como MEC, UNDIME, UNICEF, Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Fundação Itaú Social, Instituto Unibanco, Instituto Ayrton Senna e Instituto Natura. Fundou e lidera a Aláfia Consultoria e Pesquisa, organização especializada em implementação situada de transformações institucionais orientadas para aprendizagem com equidade e justiça.

Doutora em educação pela PUC-Rio, mestre, também em educação, pela USP. Com trajetória de atuação na educação pública, privada, terceiro setor e organismos internacionais, foi consultora de organizações de como MEC, UNDIME, UNICEF, Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Fundação Itaú Social, Instituto Unibanco, Instituto Ayrton Senna e Instituto Natura. Fundou e lidera a Aláfia Consultoria e Pesquisa, organização especializada em implementação situada de transformações institucionais orientadas para aprendizagem com equidade e justiça.
O que implica, hoje, assumir o compromisso com a equidade racial na gestão educacional?
Esta atividade propõe uma reflexão sobre os desafios contemporâneos da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e da educação antirracista, convidando a pensar a escola como espaço estratégico para construir e sustentar políticas, culturas institucionais e práticas comprometidas com a garantia do direito de aprender de cada estudante. O horizonte normativo dessa discussão foi firmado há mais de duas décadas, mas traduzi-lo em decisões cotidianas de gestão da escola e da sala de aula permanece um trabalho em aberto.A sessão problematiza questões que as redes enfrentam no dia a dia e mobiliza referenciais capazes de ampliar a leitura das responsabilidades, das tensões e das possibilidades que atravessam a escola pública diante das desigualdades raciais. Ao lado dos marcos de direito e de justiça social, incorpora epistemologias negras como chaves de leitura que reposicionam o exercício de uma educação comprometida com a equidade.A proposta é ampliar o repertório analítico, fortalecer o diálogo em torno de políticas educacionais comprometidas com a justiça social e afirmar a ERER e a educação antirracista como dimensões constitutivas do projeto educativo das redes e da vida escolar.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Economista, mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É superintendente executivo do Instituto Unibanco. Atuou como Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC) e como Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Foi superintendente executivo do Instituto Unibanco, liderando programas de apoio à gestão educacional em redes públicas, com foco em equidade, permanência e aprendizado dos estudantes. Tem larga produção e participação em debates sobre desigualdades educacionais, juventudes e políticas públicas de longo prazo, incluindo análises prospectivas sobre os desafios da escola no futuro próximo.
Economista, mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É superintendente executivo do Instituto Unibanco. Atuou como Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC) e como Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Foi superintendente executivo do Instituto Unibanco, liderando programas de apoio à gestão educacional em redes públicas, com foco em equidade, permanência e aprendizado dos estudantes. Tem larga produção e participação em debates sobre desigualdades educacionais, juventudes e políticas públicas de longo prazo, incluindo análises prospectivas sobre os desafios da escola no futuro próximo.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

Economista, mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atuou como Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC) e como Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Foi superintendente executivo do Instituto Unibanco, liderando programas de apoio à gestão educacional em redes públicas, com foco em equidade, permanência e aprendizado dos estudantes. Tem larga produção e participação em debates sobre desigualdades educacionais, juventudes e políticas públicas de longo prazo, incluindo análises prospectivas sobre os desafios da escola no futuro próximo.
Participação de secretários municipais, especialistas e profissionais da educação das cidades participantes. Debates pelo chat.
Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada, Presidente do Conselho Nacional de Educação e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República. No CNE, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. No MEC, coordenou a criação do PNAIC, Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Indicação de materiais que auxiliam no aprofundamento das discussões sobre diversos desafios da escola pública na atualidade
O Grupo Ética, Diversidade e Democracia na Escola Pública (GEDDEP) do Instituto de Estudos Avançados (IdEA-UNICAMP) e o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) UNICAMP/UNESP realizaram o Ciclo de palestras “Problemas de Convivência e Educação” que ocorreu de forma virtual, no segundo semestre de 2023, e foi transmitido no seu Canal no YouTube.
1 – Encontro de abertura | Problemas de convivência no contexto escolar
Palestrante: Dra. Telma Vinha – gravação do encontro – slides
2 – Mesa | Essa turma não tem jeito ou não damos conta dela? Uma discussão sobre indisciplinas e incivilidades
Palestrantes: Dra. Flávia Vivaldi e Me. Warley Guilger – gravação do encontro – slides
3 – Mesa | Bullying: quando a convivência estremece. Caminhos para a prevenção e a intervenção
Palestrantes: Ma. Darlene Knoener e Ma. Talita Salati Lahr – gravação do encontro – slides
4 – Mesa | Como “gênero, raça e classe” atravessam os problemas de convivência nas escolas?
Palestrantes: Ma. Danila Di Pietro e Ma. Elvira Pimentel – gravação do encontro – slides
5 – Mesa | Trilhando caminhos de diálogo: a mediação de conflitos
Palestrantes: Ma. Sanderli Bicudo e Esp. Adriana Eugênia – gravação do encontro – slides
6 – Mesa | Mediação e acolhimento em contexto universitário e multicultural
Palestrantes: Ma. Célia Regina Zapparolli e Esp. Maria Augusta Pretti Ramalho – gravação do encontro – slides
7 – Mesa | Ataques de Violência extrema em escolas no Brasil: causas e caminhos
Palestrantes: Dra. Telma Vinha e Mnda. Cleo Garcia – gravação do encontro – slides
8 – Mesa | Ciberagressões e convivência ética on-line: qual o papel da escola?
Palestrantes: Dr. Raul Alves e Dra. Thais Bozza – gravação do encontro – slides
9 – Mesa | Intervenção Sistêmica com alunos e turmas “difíceis”: práticas interventivas e preventivas
Palestrantes: Dra. Adriana Ramos e Dra. Mariana Tavares – gravação do encontro – slides
A convivência nas escolas: desafios e possibilidades
VINHA, T. P.; NUNES, C. A. A.; TOGNETTA, L. R. P.; ARAGÃO, A. M. F. A convivência nas escolas: desafios e possibilidades. Estudos Avançados, v. 39, n. 115, 2025.
Acesse o artigo AQUI
Fonte: SciELO Brasil
RESUMO
Tendo como foco as séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, este ensaio aborda os desafios enfrentados pelas instituições educativas diante do aumento das violências e outros problemas de convivência envolvendo estudantes, explorando suas especificidades e incidências. Também discute aprendizagens derivadas das pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (Gepem) da Unesp e Unicamp, que buscaram atuar no enfrentamento e prevenção das violências e contribuir com a melhoria da qualidade do clima escolar e da convivência entre os integrantes das instituições educativas. A discussão pretende fornecer subsídios para aqueles que desenham e implementam programas e intervenções, bem como desenvolvem avaliações e estudos nessa área.
A professora Telma Vinha da Unicamp aborda a importância do clima escolar e da convivência para o bem-estar e aprendizagem. São discutidas estratégias para fortalecer relações, promover a eficácia coletiva e transformar conflitos em oportunidades de aprendizado.
Os Indicadores de Qualidade na Educação – Relações raciais na escola são um instrumento que permite à comunidade escolar avaliar suas práticas, ao tempo em que descobre novos caminhos para construção de uma educação com a marca da igualdade racial.
Este documento é uma metodologia de autoavaliação participativa escolar, comprometida com a implementação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), alterada pela Lei n. 10.639/2003, que estabeleceu a obrigatoriedade do ensino da história e das culturas africanas e afro-brasileiras em toda a educação (pública e privada).
Matéria publicada na Revista GIZ, ed. 6 (junho de 2026)
UM CAMPO EM DISPUTA
Em entrevista exclusiva, o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), CESAR CALLEGARI, destaca que os professores estão no centro do debate sobre o futuro da educação. Para o sociólogo, que em 40 anos de atuação na vida pública já foi deputado estadual, gestor e formulador de políticas públicas educacionais, a precarização do trabalho docente, mais do que um projeto, virou um negócio – daí a multiplicação de produtos e tecnologias que se propõem a alienar o professor para máquinas e plataformas.
Por LÚCIA RODRIGUES
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Fonte: Revista Giz
Matéria publicada na Revista GIZ, ed. 6 (junho de 2026)
A ESCOLA COMO UMA COMUNIDADE DE CUIDADO: UM CAMINHO PARA FAZER FRENTE ÀS VIOLÊNCIAS
Conhecida como uma das principais referências nos estudos sobre clima escolar e as diversas formas de violência que atravessam a escola na contemporaneidade, Telma Vinha é professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Desde 2005, dedica-se a investigar temas como a convivência, a violência escolar e o desenvolvimento da autonomia moral.
Por MARTA AVANCINI
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Fonte: Revista Giz