Saudação das Secretarias de Educação e de Instituições apoiadoras

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PRINCIPAIS TÓPICOS:

A preocupação com um mundo sustentável, inclusivo e equitativo está expresso nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) proposto em setembro de 2015 pela ONU para serem atingidos até 2030. O ODS 4 tem como meta garantir uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade para todos e todas. É uma longa caminhada para todos os atores da educação, principalmente das redes públicas de ensino.

 

A educação de qualidade para todos e todas é uma necessidade para uma sociedade mais justa e menos violenta, como mostra o dado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2016, a cada 1% de jovens a mais na escola, a taxa de homicídios reduz 2%. Sabemos também que a renda também está associada ao tempo de estudo, dados do Insper revelam que uma pessoa com ensino superior completo recebe em média 5,7 vezes a mais do que uma com apenas 1 ano de estudo.

 

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) mostram que o acesso à educação melhorou desde 2014, com a implantação do Plano Nacional de Educação (PNE), onde 89,1% das crianças entre 4 e 5 anos estavam matriculadas e em 2016 esse número aumentou para 91,5%. Mas, apesar disso ainda existe muito trabalho pela frente para atingirmos o ODS 4, pois existem grupos que precisam de atenção para não continuarem para trás. Grupos que expressam as desigualdades raciais e étnicas presentes no Brasil, entre eles os indígenas, os afrodescendentes, quilombolas e as pessoas com deficiência, foco do presente texto.

 

A inclusão é hoje essencial para uma sociedade verdadeiramente democrática, não há mais lugar para rotular as crianças como “excepcionais”, “deficientes” que devem frequentar as conhecidas escolas ou salas “especiais”.

 

Entende se por INCLUSÃO aquela que garante e fortalece a diversidade. Uma escola diversa e que valorize as diferenças se torna um ambiente melhor, mais acolhedor e potente para todas as pessoas com ou sem deficiência.

Uma Escola Inclusiva: na prática, deve...

- Presumir competências

- Promover autonomia

- Identificar barreiras de aprendizagem

- Reconhecer a diferença

- Identificar barreiras de aprendizagem

- Reconhecer a diferença

- Atuar em rede

 

Nesse sentido, surgem algumas perguntas: o que nós enquanto educadores estamos fazendo para promover cada vez mais a inclusão em nossas escolas públicas? Que métodos e técnicas podemos adotar para a inclusão de todos na sala de aula? Em que medida estamos criando um ambiente acolhedor e sem preconceitos que valoriza a autoestima dos estudantes para que aprendam mais motivados e de forma cooperativa?. É possível observar a mobilização de vários profissionais e unidades escolares no sentido da inclusão, mas também existem muitos desafios que só poderão ser superados com o trabalho colaborativo dos profissionais da educação da diretoria e do estabelecimento de parcerias que contribuam para uma sala de aula mais inclusiva.

 

Com a nova Resolução SEDUC 92/2021 passamos a contar com mais uma perspectiva INCLUSIVA, pois traz a parceria entre Educação Especial e o Ensino Colaborativo.

 

O Ensino Colaborativo pode ser incluído ao rol de estratégias capazes de atender aos alunos com necessidades especiais de aprendizagem dentro do ambiente do Ensino Regular, podendo atuar como ponte entre saberes de professores de salas regulares e os professores do AEE. Saberes estes que percorrem as múltiplas inteligências e o ensino multidisciplinar de forma que o mesmo possa ocorrer de forma efetiva dentro da realidade da sala de aula regular vivenciada pelo aluno com necessidades especiais e não em ambientes controlados e descontextualizados. A ideia é que ocorra o reconhecimento do Ensino Colaborativo e sua inclusão as demais práticas pedagógicas.

 

Referências bibliográficas

 

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LISTA DE INSCRITOS do 3º Fórum

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O Fórum

Espaço de formação, reflexão, colaboração e troca de experiências dos profissionais da educação.

Público

Professores, gestores e demais profissionais da educação das Redes Municipais de Educação de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel e Suzano.

Quando

Dias 30 de agosto e 06, 13, 20, 27 de setembro, terças-feiras, das 19:00 às 21:00, em sessões transmitidas pela internet.

Programação

Palestras e Debates com especialistas nacionais e internacionais.

Veja a programação abaixo

Participação

Profissionais da educação dos municípios participantes já estão previamente credenciados a participar de todas as sessões do fórum. Pessoas não credenciadas também poderão acompanhar as sessões abertas pelo YouTube (https://www.youtube.com/c/FórumEducaçãoAltoTietê). Obtenha mais informações no menu COMO PARTICIPAR

Materiais de Apoio

Acervo bibliográfico do Segundo fórum
FonteNome do documentoBaixar
Palestrante Telma Ferraz LealHeterogeneidade, educação e linguagem em contextos do campo e da cidadeBaixar
Palestrante Telma Ferraz LealInterdisciplinaridade no ciclo de alfabetizaçãoBaixar
Palestrante Lilian BacichO que considerar na implementação do Ensino Híbrido?Baixar
Palestrante Fernanda Leopoldina Parente VianaOuvintes sortudos - Um programa de promoção da fluência em leitura – 2º anoBaixar
Palestrante Fernanda Leopoldina Parente VianaO ensino da compreensão leitora: da teoria à prática pedagógica : um programa de intervenção para o 1.º Ciclo do Ensino BásicoBaixar
Palestrante Katia Stocco SmoleApresentação da Palestra - BNCC, coerência pedagógica sistêmica e recomposição da aprendizagem na pandemiaBaixar
Caderno Técnico 2021

Clique na imagem e acesse o Caderno com dados educacionais e socioeconômicos dos Municípios do Alto Tietê

O Fórum

Espaço de formação, reflexão, colaboração e troca de experiências dos profissionais da educação.

Público

Professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental das Redes Municipais de Educação de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel e Suzano.

Quando

No mês de setembro, nos dias 02, 09, 16, 23 e 30, quintas-feiras, das 19:00 às 21:00, em sessões transmitidas pela internet.

Programação

Palestras e Debates com especialistas nacionais e internacionais.

Veja a programação abaixo

Participação

Professores dos municípios participantes já estão previamente credenciados a participar de todas as sessões do fórum. Obtenha mais informações no menu COMO PARTICIPAR

Mensagens dos Secretários de Educação dos Municípios do Alto Tietê, Coordenador da Mesa e Apoiadores do Fórum

Documentos
e Material
de Apoio

Programação do Terceiro Fórum

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EQUIDADE

Temas das sessões de trabalho:

  • A boa educação é inclusiva: a experiência internacional
  • Tecnologias assistivas na educação
  • Desafios da educação inclusiva na sala de aula
  • Educação inclusiva e formação continuada de professores e demais educadores
  • A Sala de Recursos Multifuncionais e o professor de Atendimento Educacional Especializado
30 de agosto de 2022, das 19h00 às 21h00.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: “SAIR DA ILHA PARA VER A ILHA”

David Rodrigues (Portugal)

Professor, Doutor e Agregado da Universidade de Lisboa, Conselheiro Nacional de Educação (Portugal) e renomado especialista mundial em Educação Inclusiva, com 36 livros publicados, conferencista e consultor de organismos internacionais. Recebeu a Medalha de Ouro dos Direitos Humanos pela Assembleia da República.

O título desta conferência é inspirado numa frase do Nobel da Literatura, José Saramago que nos alerta para a necessidade de termos de sair dos limites da nossa realidade para entendermos o tempo, o lugar e as circunstâncias em que vivemos. É nesta perspectiva que um olhar internacional sobre a Educação Inclusiva pode ser útil para refletir sobre os valores e práticas que se vivem no Brasil.

A Educação Inclusiva é um instrumento de promoção da Equidade. Sabemos dos malefícios que a falta de equidade traz às nossas sociedades. Muitas circunstâncias da nossa vida (que não tivemos mérito ou demérito algum em as ter) influenciam decisivamente as nossas vidas. Não é a mesma coisa nascer homem ou mulher, ou rico ou pobre, ou índio ou branco. No entanto, estas circunstâncias que não são fruto do nosso mérito, condicionam a nossa vida e são a origem da desigualdade que, assim se assume como uma injustiça social. A Inclusão é uma medida para lutar contra esta desigualdade, proporcionando a todas as crianças e jovens oportunidade de se conhecerem, de se respeitarem, de trabalharem juntos e sobretudo de descobrir que as suas diferenças são possibilidades de crescimento para todos.

A Inclusão para além de um instrumento é também um direito, um direito multiplicador de outros direitos humanos, porque quando se assegura um ambiente inclusivo, se está a assegurar muitos outros direitos que têm origem nas condições favoráveis que se estabelecem em ambientes inclusivos.

Ao nível internacional são numerosas as declarações sobre a necessidade e a prioridade que deve ser dada à Inclusão nos sistemas educativos. A UNESCO, a OCDE, a OEI, e muitas outras agências internacionais têm afirmado que a inclusão é um critério imprescindível para avaliar a qualidade na educação. Sabemos que são os países cujos sistemas educativos apresentam globalmente melhores resultados, aqueles em que o fosso entre os estudantes com bons resultados e com maus resultados é menor. A UNESCO sustentava na Declaração de Incheon (2017) que “todos os alunos importam e importam o mesmo”.

O desenvolvimento de sistemas educativos inclusivos está muito ligado às políticas públicas. Certamente não serão escolas públicas frágeis, sem confiança e sem recursos que serão capazes de desenvolver sustentadamente políticas inclusivas. Dando o exemplo de Portugal, o facto de se ter instituído a duração da escolaridade obrigatória de 12 anos, de todas as escolas funcionarem em tempo integral, constituiu uma alavanca que permitiu desenvolver um sistema em que 99% dos alunos com deficiência são educados em escolas regulares.

A partir da experiência internacional, podemos encontrar cinco aspectos em que é preciso investir de uma forma particular para aproximar o sistema educativo de um sistema realmente inclusivo.

  1. Conceber as opções curriculares como possibilidades inclusivas pensando que um currículo deve ser planeado de forma diferenciada e flexível para que todos os alunos o possam seguir.
  2. Inovar os ambientes de aprendizagem apostando na motivação e na implicação dos alunos. Não deixar sem apoio atempado e competente os alunos que apresentem mais dificuldades.
  3. Valorizar a participação de todos e em particular a voz dos alunos.
  4. Importância do trabalho pedagógico desenvolvido de forma colaborativa e cooperativa. (Todos os professores são professores de Educação Inclusiva)
  5. Instituir uma ética de respeito e de valorização da diversidade nas escolas. Combater ativamente o bullying instituindo o dever de cuidar dos direitos dos outros.

A inclusão é um fenómeno multifatorial. Precisamos de políticas públicas que optem consequentemente pela Inclusão, juntamente com muitos outros fatores.  Os professores são elementos fundamentais para a construção de ambientes educativos inclusivos e por isso precisam que o esforço que fazem para serem professores inclusivos seja apoiado por recursos e politicas que permitam amplificar e sustentar o seu trabalho.

 

Acesse as referências bibliográficas

Participação

Participação do presidente do CONDEMAT, secretários municipais, dos profissionais da educação inscritos e de representantes das instituições apoiadoras. Debates pelo chat.

– Gustavo Henric CostaPresidente do CONDEMAT e Prefeito de Guarulhos
– Leandro BassiniSecretário de Educação de Suzano e Coord. da CT Educação do CONDEMAT
– Alex ViteraleSecretário de Educação de Guarulhos
– Paula Pereira da Silva BelemProfessora do Município de Suzano
– Talyta Santos MarquesProfessora do Município de Guarulhos

Coordenação da mesa

– Cesar CallegariSociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

06 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

Marta Gil

Socióloga, fundadora e Coordenadora Executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas; foco de atuação: Comunicação e Disseminação de informações para a inclusão de Pessoas com Deficiência na Educação e Trabalho; empreendedora social reconhecida pela Ashoka Empreendedores Sociais.

  • A Inclusão abrange todas as esferas do fazer e do saber humanos; é um Direito Humano;
  • A Educação Inclusiva está no âmbito da Inclusão e, como tal, é um Direito, baseado no ordenamento jurídico nacional:
    • 2007: Assinatura da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006);
    • 2008: Decreto Legislativo 186 – Ratificação da referida Convenção com status de Emenda Constitucional;
    • 2009: Decreto Executivo 6.949- Promulgação da Convenção
    • 2015 – Lei 13.146 – Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
  • Ela também faz parte de documentos internacionais assinados pelo Brasil, como o Objetivo 4 - Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos – ODS, 2015/2030;
  • A Inclusão é um processo relativamente recente, construído diária e constantemente, de forma não linear;
  • O mesmo se aplica à Educação Inclusiva;
  • Considerações gerais, sabendo que há honrosas exceções, que nem sempre conhecemos:
    • Cursos universitários destinam pequena carga horária para a Educação Inclusiva;
    • Em geral, o currículo focaliza teorias de renomados pedagogos, psicólogos ou filósofos sem que haja o necessário equilíbrio com a prática;
    • Resultados: insegurança dos professores e equipes educacionais; escolas despreparadas para receber estudantes com deficiência e, de outro lado, famílias demandando o direito de matricular seus filhos;
  • 2020: o Amankay, com apoio da Kearney, fez um Diagnóstico nas 108 escolas da Diretoria Regional de Ensino Sul 3 da cidade de São Paulo, ouvindo dirigentes e professores;
  • 2021: o Amankay, em parceria com a Associação Educacional Labor, participou do projeto “A Prática da Educação Inclusiva”: 10 oficinas para Gestores e Coordenadores da DRE Sul 3 e mentorias para 3 escolas;
  • 2022/2023: O aprendizado está incorporado em palestras e na segunda edição do “Guia do Educador Inclusivo 2022/2023”.

Participação

Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.

– Paula TrevizolliSecretária de Educação de Ferraz de Vasconcelos
– Maria Donizeti de Queluz CamargoSecretária de Educação de Santa Isabel
– Maria Elizabeth de Vita Bueno Diretora Municipal de Educação de Biritiba Mirim
– Amanda Pereira Batista SilvaProfessora da E. Especial o Município de Ferraz de Vasconcelos
– Elis Ângela Aparecida RossiProfessora do Município de Santa Isabel
– Tatiane Regina Loreto MaduroCoordenadora Pedagógica de Biritiba Mirim

 

Coordenação da mesa

– Cesar CallegariSociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

13 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
RECURSOS DE ACESSIBILIDADE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Teófilo Galvão Filho

Tem Pós- Doutorado, Doutorado e Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, no curso de Engenharia de Tecnologia Assistiva e Acessibilidade.

PRINCIPAIS TÓPICOS:

  • A Tecnologia Assistiva: de que se trata?
  • Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva: como se dá esta relação?
  • Tecnologia? O que isso tem a ver com as competências e com o trabalho do professor?
  • Recursos tecnológicos que, com muita frequência, estão bem mais próximos e acessíveis na sala de aula do que se
  • A Tecnologia Assistiva Digital na prática educacional
  • Demandas por uma retaguarda de suporte e apoio ao professor, para o uso da Tecnologia Assistiva na sala de
  • A criatividade, a iniciativa e a competência do docente, a serviço da acessibilidade, da atividade e participação do estudante com deficiência, na sala de

Acesse as indicações do palestrante

Participação

Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.

– Silvana de Fátima NascimentoSecretária de Educação de Salesópolis
– Simone Lacerda MonteiroSecretária de Educação de Poá
– Carla Rita do PradoProfessora do Município de Salesópolis
– Gabriela Prado CrepaldeProfessora da E. Especial do Município de Poá

Coordenação da mesa

– Cesar CallegariSociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

20 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
A SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS E O PROFESSOR DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

Camila Domingues Ferreira

Pedagoga especializada em Educação Inclusiva, pós-graduada em Psicopedagogia, Educação Especial com ênfase em deficiência visual e Atendimento Educacional Especializado. Professora efetiva de Sala de Recursos Multifuncionais e criadora de conteúdo no Canal Inclunet (https://www.youtube.com/c/Inclunet).

PRINCIPAIS TÓPICOS:

  • Apresentação e trajetória
  • Sala de recurso multifuncional, o que é, para que serve;
  • Atendimento complementar e suplementar do ensino regular.
  • Qual é o Público alvo.
  • Desafios, falta de material, formação continuada e espaços inadequados;
  • Importância do professor dentro da sala de recurso
  • Avaliar e traçar as estratégias;
  • Materiais alternativos/tecnologia adaptada;
  • Trabalho colaborativo;
  • Quebra de barreiras;
  •  Devolutiva da família legitima o Atendimento Educacional Especializado.

Participação

Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.

-Elaine Cristina Gentil Baptista dos SantosSecretária de Educação de Arujá
– Maria Cristina Perpétuo dos Santos SoaresSecretária de Educação de Itaquaquecetuba
– Patrícia Helen Gomes dos SantosSecretária de Educação de Mogi das Cruzes
– Adriana Aparecida de SouzaProfessora de AEE do Município de Arujá
– Quézia de Lemos Castro MoraisDiretora de Dep. E. Especial do Município de Itaquaquecetuba
– Juliana de Oliveira MattosDiretora de Escola do Município de Mogi das Cruzes

Coordenação da mesa

– Cesar CallegariSociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

27 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, SUAS PARCERIAS E INTERAÇÕES

Eonice Domingos da Silva

Graduada em Pedagogia pela Universidade de Santo Amaro; foi Professora, Professora Coordenadora, Vice-Diretora, Diretora de Escola e Supervisora de Ensino. Após 21 anos como Diretora, assumiu o cargo de Dirigente Regional de Ensino. Recebeu prêmios e homenagens ao longo da carreira.

PRINCIPAIS TÓPICOS:

A preocupação com um mundo sustentável, inclusivo e equitativo está expresso nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) proposto em setembro de 2015 pela ONU para serem atingidos até 2030. O ODS 4 tem como meta garantir uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade para todos e todas. É uma longa caminhada para todos os atores da educação, principalmente das redes públicas de ensino.

 

A educação de qualidade para todos e todas é uma necessidade para uma sociedade mais justa e menos violenta, como mostra o dado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2016, a cada 1% de jovens a mais na escola, a taxa de homicídios reduz 2%. Sabemos também que a renda também está associada ao tempo de estudo, dados do Insper revelam que uma pessoa com ensino superior completo recebe em média 5,7 vezes a mais do que uma com apenas 1 ano de estudo.

 

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) mostram que o acesso à educação melhorou desde 2014, com a implantação do Plano Nacional de Educação (PNE), onde 89,1% das crianças entre 4 e 5 anos estavam matriculadas e em 2016 esse número aumentou para 91,5%. Mas, apesar disso ainda existe muito trabalho pela frente para atingirmos o ODS 4, pois existem grupos que precisam de atenção para não continuarem para trás. Grupos que expressam as desigualdades raciais e étnicas presentes no Brasil, entre eles os indígenas, os afrodescendentes, quilombolas e as pessoas com deficiência, foco do presente texto.

 

A inclusão é hoje essencial para uma sociedade verdadeiramente democrática, não há mais lugar para rotular as crianças como “excepcionais”, “deficientes” que devem frequentar as conhecidas escolas ou salas “especiais”.

 

Entende se por INCLUSÃO aquela que garante e fortalece a diversidade. Uma escola diversa e que valorize as diferenças se torna um ambiente melhor, mais acolhedor e potente para todas as pessoas com ou sem deficiência.

Uma Escola Inclusiva: na prática, deve...

- Presumir competências

- Promover autonomia

- Identificar barreiras de aprendizagem

- Reconhecer a diferença

- Identificar barreiras de aprendizagem

- Reconhecer a diferença

- Atuar em rede

 

Nesse sentido, surgem algumas perguntas: o que nós enquanto educadores estamos fazendo para promover cada vez mais a inclusão em nossas escolas públicas? Que métodos e técnicas podemos adotar para a inclusão de todos na sala de aula? Em que medida estamos criando um ambiente acolhedor e sem preconceitos que valoriza a autoestima dos estudantes para que aprendam mais motivados e de forma cooperativa?. É possível observar a mobilização de vários profissionais e unidades escolares no sentido da inclusão, mas também existem muitos desafios que só poderão ser superados com o trabalho colaborativo dos profissionais da educação da diretoria e do estabelecimento de parcerias que contribuam para uma sala de aula mais inclusiva.

 

Com a nova Resolução SEDUC 92/2021 passamos a contar com mais uma perspectiva INCLUSIVA, pois traz a parceria entre Educação Especial e o Ensino Colaborativo.

 

O Ensino Colaborativo pode ser incluído ao rol de estratégias capazes de atender aos alunos com necessidades especiais de aprendizagem dentro do ambiente do Ensino Regular, podendo atuar como ponte entre saberes de professores de salas regulares e os professores do AEE. Saberes estes que percorrem as múltiplas inteligências e o ensino multidisciplinar de forma que o mesmo possa ocorrer de forma efetiva dentro da realidade da sala de aula regular vivenciada pelo aluno com necessidades especiais e não em ambientes controlados e descontextualizados. A ideia é que ocorra o reconhecimento do Ensino Colaborativo e sua inclusão as demais práticas pedagógicas.

 

Referências bibliográficas

 

Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.

Participação

– Aline Amorim MarquesSecretária Adjunta de Educação de Guararema
– Kaique Lopes MaiaSecretário Adjunto de Educação de Santa Branca
– Paula Oliveira FerrianciDiretora de Escola do Município de Guararema
– Valéria Cristiane Gusman RodriguesProfessora Coord. do AEE do Município de Santa Branca

Coordenação da mesa

– Cesar CallegariSociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.

Materiais de apoio

As indicações a seguir são um ponto de partida e também um convite para aprofundar o conhecimento sobre Educação Inclusiva. A produção de conhecimento nesta área é extensa e dinâmica.

Esperamos que elas contribuam com seu trabalho.

Marta Gil
Socióloga
Palestrante e Curadora do 3º Fórum

GESTÃO INCLUSIVA: PESSOAS COM DEFICIÊNCIA – material construído com o apoio do Instituto Rodrigo Mendes.

Material de uso autônomo, que apoia as redes de ensino para:

  • Fazer diagnóstico;
  • Estruturar o fluxo de atendimento educacional especializado;
  • Elaborar e implementar um Plano de Formação para professores, considerando múltiplas formas de aprendizagem;
  • Incluir a temática no Plano Político Pedagógico de forma transversal, visando fortalecer a equidade e inclusão como princípios de toda a Secretaria de Educação.

Acesse o conteúdo (download gratuito)

 

 

RECUPERAÇÃO DAS APRENDIZAGENSpercurso formativo

Trilha que discute estratégias para potencializar o planejamento educacional da rede e das escolas, contribuindo com ações focadas na redução das desigualdades, que foram ampliadas pela pandemia.

 

Visa garantir o direito às aprendizagens.

 

Acesse o conteúdo (download gratuito)

O Instituto Rodrigo Mendes (IRM) mantém o DIVERSA - um portal de conteúdo gratuito sobre educação inclusiva. Nele há relatos de experiências de educadores e estudos de caso sobre boas práticas de educação inclusiva em todas as regiões do Brasil, em diferentes níveis de ensino e também em outros países; artigos de especialistas sobre o tema e materiais pedagógicos acessíveis.

 

Para participar da comunidade DIVERSA é só se cadastrar.
Acesso gratuito.

 

Acesso ao portal DIVERSA

 

O IRM também tem uma plataforma de formação EAD e oferece atualmente dois cursos:

 

1 - Portas abertas para inclusão – educação física inclusiva EAD

  • Curso totalmente gratuito e online
  • Atestado de participação de 40 h
  • Composto por textos e videoaulas sobre a teoria e a prática da educação inclusiva;
  • O curso também aborda diversos temas da inclusão escolar no Brasil: histórico, legislação, acessibilidades e práticas inclusivas;
  • Para professores de todas as disciplinas, gestores escolares, familiares e demais interessados.

2 - Formação Planejamento pedagógico na perspectiva inclusiva 

  • Atestado de participação de seis horas;
  • Totalmente online e gratuito;
  • Para professores, gestores escolares, técnicos e gestores das Secretarias de Educação e interessados em geral;
  • Objetivos: compreender a importância do planejamento pedagógico na perspectiva inclusiva;
  • Identificar as principais etapas de um planejamento pedagógico inclusivo;
  • Analisar criticamente essas etapas e adaptá-las ao seu território e realidade da unidade escolar;
  • Identificar os principais atores envolvidos no planejamento pedagógico;
  • Conhecer e propor formas de articulação e trabalho coletivo entre esses atores.

Acesse a plataforma de formação EAD

O QUE O ENSINO INCLUSIVO, EQUITATIVO E DE QUALIDADE SIGNIFICA PARA NÓS
Relatório da Aliança Internacional para a Deficiência - International Disability Alliance (IDA). Março 2020.
Acessar documento

 

OS BENEFÍCIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA PARA ESTUDANTES COM E SEM DEFICIÊNCIA
Traduzido pelo Instituto Alana para português, inglês e espanhol. 2016.
Acessar documento

 

GUIA DO EDUCADOR INCLUSIVO: UMA SOLUCIONÁTICA
Marta Gil - 28/10/2021
Acessar documento

ANUÁRIO BRASILEIRO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2021
Realização: Todos pela Educação e Editora Moderna
Acessar o documento

 

A EDUCAÇÃO NO BRASIL – UMA PERSPECTIVA INTERNACIONAL
Autoria: OCDE, 2021
Tradução: Todos pela Educação
Acessar o documento

 

INCLUSÃO E EDUCAÇÃO: TODOS, SEM EXCEÇÃO
UNESCO – Relatório de Monitoramento Global da Educação
Resumo, 2020 - dados de 2013, 2015 e 2017
Acesse o documento

O QUE É INCLUSÃO?
Marta Gil – 17/01/2022
Acessar o Artigo

 

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: SEM PLURALIDADE NA ESCOLA, NÃO HÁ PAZ
Mariana Rosa – 19/07/2019
Acessar o Artigo

 

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: COMO GARANTIR O DIREITO DE PARTICIPAR E APRENDER
Marília Costa Dias – 19/05/2017
Acessar o Artigo

EDUCAÇÃO E TRABALHO: DIREITOS FUNDAMENTAIS PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA
Marta Gil - Artigo publicado no volume 2 da coletânea “A Deficiência & os Desafios para uma sociedade inclusiva”, Editora Foco, 2022.
Acessar a matéria

 

O QUE TRATA A BNCC ACERCA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA?
Edvaldo Fernandes – 28/05/2020
Acessar a matéria

 

AS CONTRIBUIÇÕES DA BNCC PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
Silvia Ferraresi - 11/12/2018
Acessar a matéria

Inclusão e Cidadania
www.inclusive.org.br

 

Diversa – Educação Inclusiva na Prática

https://diversa.org.br

 

Nova Escola
https://novaescola.org.br

 

Tecnologia de Educação e Saúde para Escola Inclusiva
http://escolainclusiva.int.gov.br

 

Instituto Lagarta Vira Pupa
https://www.lagartavirapupa.com.br

 

Surdos que ouvem
https://surdosqueouvem.com

 

Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES)
https://www.gov.br/ines/pt-br

 

Instituto Benjamin Constant (IBC)
https://www.gov.br/ibc/pt-br

 

Movimento Down
http://www.movimentodown.org.br

 

Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro (CVI – Rio)
https://www.cvi-rio.org.br/site

 

Porvir – Inovações em Educação
https://porvir.org

 

Itaú Social
https://www.itausocial.org.br

 

Instituto Unibanco
https://www.institutounibanco.org.br

 

Eu me protejo
https://www.eumeprotejo.com

UNESCO MOSTRA QUE 40% DOS PAÍSES MAIS POBRES NÃO APOIARAM ALUNOS EM RISCO DURANTE A CRISE COVID-19 E PEDE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO
O texto está em português. 23/06/2020
Acessar o documento

 

MAIS DA METADE DOS PAÍSES NÃO TÊM ESTRATÉGIAS PARA RECUPERAR APRENDIZAGEM
Nayara Costa - 05/04/2022
Acessar o documento

 

BANCO MUNDIAL - IMPACTOS DA COVID-19 NO BRASIL: EVIDÊNCIAS SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DURANTE A PANDEMIA
14/12/2021
Acessar o documento

 

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS É CRUCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMÉRICA LATINA E DO CARIBE
Sumário Executivo - Outubro 2021
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“O Futuro que Queremos: trabalho decente e inclusão de pessoas com deficiência” – série documental

Realização: Organização Internacional do Trabalho (OIT Brasil) e Ministério Público do Trabalho (MPT) – oito episódios sobre boas práticas de inclusão de pessoas com diversas deficiências, nas cidades de São Paulo, Salvador, Itabuna e Coaraci (Bahia).

Depoimentos de especialistas: Esteban Tromel (OIT-Genebra), Dra. Sofia Vilela, Procuradora do Ministério Público do Trabalho, Dra. Marcia Bandini, Associação Nacional de Medicina no Trabalho (ANAMT), Marta Gil, Coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas e Reinaldo Bulgarelli, Sócio-diretor da Txai Consultoria & Educação.

Escola pública inclusiva – Coaraci, BA

com Libras (Língua Brasileira de Sinais), audiodescrição e legendas

Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC; Sistema FIEB – Salvador, BA

com Libras e legendas

com Audiodescrição, Libras e legendas

Educação inclusiva

com legendas

Programa Fantástico (Globo)

Jovens com síndrome de Down se preparam para evento na ONU, Nova York e entrevista com Gabriel Nogueira – Universidade Federal de Pelotas (2012)
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Crescer com SD – A amizade entre Rodrigo e Pedro

A websérie Crescer com Síndrome de Down foi realizada através de uma parceria entre o Movimento Down e o Grupo In Press, por meio da Vbrand (Grupo In Press), e conta com o apoio da RioFilme.
Acesse o episódio 14 da websérie

Referências bibliográficas indicadas pelos palestrantes

VÍDEO: Pensar Utopicamente a Educação: David Rodrigues at TEDxLisboaED – de 11 de jan. de 2014

 

LIVRO: Rodrigues, D. (2014) Direitos Humanos e Inclusão, Profedições, Porto, Portugal.

 

LIVRO: Rodrigues, D. (2013) Equidade e Educação Inclusiva, Profedições, Porto, Portugal.

 

LIVRO: Rodrigues, D. (Org.) (2006) Inclusão e Educação: doze olhares sobre a educação Inclusiva, Summus editorial, S. Paulo;

 

ARTIGO: Reflexões sobre o livro “Inclusão e Educação: doze olhares sobre a Educação Inclusiva” –Karla Suzane de Oliveira

 

LIVRO (download gratuito): Oliveira, I,. Rodrigues, D., Jesus, D. (2017) Formação de Professores, Práticas Pedagógicas e Inclusão Escolar, EDUFES, Vitória.

LIVROS e PESQUISAS:

 

- "TECNOLOGIA ASSISTIVA NAS ESCOLAS: RECURSOS BÁSICOS DE ACESSIBILIDADE SÓCIO-DIGITAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA"

Instituto de Tecnologia Social - ITS BRASIL (Org.). Tecnologia Assistiva nas escolas: recursos básicos de acessibilidade sócio-digital para pessoas com deficiência. São Paulo: ITS BRASIL, 62 p., 2008.

Baixar gratuitamente o livro pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/livro_TA_ESCOLA.htm

 

-  "CONEXÕES ASSISTIVAS: Tecnologia Assistiva e Materiais Didáticos Acessíveis:

SONZA, A. P.; SALTON, B. P.; BERTAGNOLLI, S. C.; NERVIS, L.; CORADINI, L. Conexões assistivas: Tecnologia Assistiva e materiais didáticos acessíveis. Bento Gonçalves: IFRS, 270 p., 2020.

Baixar gratuitamente o livro pela seguinte página:

https://cta.ifrs.edu.br/lancamento-do-livro-conexoes-assistivas-tecnologia-assistiva-e-materiais-didaticos-acessiveis/

 

- "TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA UMA ESCOLA INCLUSIVA: APROPRIAÇÃO, DEMANDAS E PERSPECTIVAS"

GALVÃO FILHO, T. A. Tecnologia Assistiva para uma escola inclusiva: apropriação, demandas e perspectivas. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 346 p., 2009.

Baixar gratuitamente esta Tese de Doutorado pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/tese.htm

 

- "TECNOLOGIA ASSISTIVA: um itinerário da construção da área no Brasil"

GALVÃO FILHO, T. Tecnologia Assistiva: um itinerário da construção da área no Brasil. Curitiba: Editora CRV, 2022, 146 p.

Informações para adquirir o livro estão disponíveis na seguinte página:

 http://www.galvaofilho.net/LIVRO_TA_2022.htm

 

 

 

ARTIGOS:

 

- "TECNOLOGIA ASSISTIVA: FAVORECENDO O DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS"

GALVÃO FILHO, T. Tecnologia Assistiva: favorecendo o desenvolvimento e a aprendizagem em contextos educacionais inclusivos. In: GIROTO, C. R. M.; POKER, R. B.; OMOTE, S. (Org.). As tecnologias nas práticas pedagógicas inclusivas. Marília/SP: Cultura Acadêmica, p. 65-92, 2012.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/TA_educacao.pdf

 

- "TECNOLOGIA ASSISTIVA E SALAS DE RECURSOS: ANÁLISE CRÍTICA DE UM MODELO"

GALVÃO FILHO, T. A.; MIRANDA, T. G. Tecnologia Assistiva e salas de recursos: análise crítica de um modelo. In: GALVÃO FILHO, T. A. (Org.); MIRANDA, T. G. (Org.). O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares. Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia - EDUFBA, p. 247-266, 2012.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/salas_de_recursos.pdf

 

- "FAVORECENDO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS POR MEIO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA"

GALVÃO FILHO, T. Favorecendo práticas pedagógicas inclusivas por meio da Tecnologia Assistiva. In: NUNES, L. R. O. P.; PELOSI, M. B.; WALTER, C. C. F. (orgs.). Compartilhando experiências: ampliando a comunicação alternativa. Marília: ABPEE, p. 71-82, 2011.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/ta_inclusiva.pdf

 

- "A FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA ASSISTIVA NO BRASIL: PRESSUPOSTOS, DEMANDAS E PERSPECTIVAS"

GALVÃO FILHO, T. A formação em Tecnologia Assistiva no Brasil: pressupostos, demandas e perspectivas. In: GALVÃO FILHO, T. Tecnologia Assistiva: um itinerário da construção da área no Brasil. Curitiba: Editora CRV, 2022, p. 101-130.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/formacao_em_TA.pdf

 

- "DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TECNOLOGIAS NO CONTEXTO DA ESCOLA INCLUSIVA"

GALVÃO FILHO, Teófilo. Deficiência intelectual e tecnologias no contexto da escola inclusiva. In: GOMES, Cristina (org.). Discriminação e racismo nas Américas: um problema de justiça, equidade e direitos humanos. Curitiba: CRV, 2016. ISBN: 978-85-444-1214-5.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/DI_tecnologias.pdf

 

- "TECNOLOGIA ASSISTIVA E PARADIGMAS EDUCACIONAIS: PERCEPÇÃO E PRÁTICA DOS PROFESSORES"

GALVÃO FILHO, T. A.; MIRANDA, T. G. Tecnologia Assistiva e paradigmas educacionais: percepção e prática dos professores. Anais da 34ª Reunião Anual da ANPEd – Associação Nacional de PósGraduação e Pesquisa em Educação. Natal: ANPEd, 2011.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/Artigo_34_ANPEd.pdf

 

- "AS NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA E NO MUNDO ATUAL: FATOR DE INCLUSÃO SOCIAL DO ALUNO COM NECESSIDADES ESPECIAIS?"

GALVÃO FILHO, T. As novas tecnologias na escola e no mundo atual: fator de inclusão social do aluno com necessidades especiais? In: Anais do III Congresso Ibero-Americano de Informática na Educação Especial, Fortaleza, MEC, 2002.

Baixar gratuitamente o artigo pela seguinte página:

http://www.galvaofilho.net/comunica.htm

 

 

VÍDEOS:

 

- TECNOLOGIA ASSISTIVA E SEUS RECURSOS PARA APRENDIZAGEM DURANTE A PANDEMIA: Live organizada pelo Grupo de Pesquisa GEEDICE, da UNEB Campus IV. (disponível em: https://youtu.be/Itw2mjR__kQ ).

 

- Programa SALTO PARA O FUTURO - TV BRASIL  - 2009: entrevista sobre a temática "TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL". (disponível em: www.youtube.com/watch?v=4HvZ090koqQ ).

 

- UMA DEMONSTRAÇÃO RESUMIDA DA UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE ESPECIAL DE ACESSIBILIDADE HEADMOUSE: pelos professores da UFRB Nelma Sandes Galvão e Teófilo Galvão Filho. (disponível em https://youtu.be/mbBjoDk03Qk ).

 

- X CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - CBEE 2021 - UFSCar:  Mesa Redonda “Perspectivas para a Tecnologia Assistiva nos espaços educacionais: como temos avançado?”. (disponível em http://www.galvaofilho.net/noticias/CBEE_2021.htm ).

 

- TVE Noticias - TV EDUCATIVA: matéria gravada no ano 2000, sobre o trabalho de TECNOLOGIA ASSISTIVA e INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL que, no ano de 2007, recebeu o PRÊMIO RAINHA SOFIA de Reabilitação e Integração, entregue em Madri, Espanha, em 2008. (disponível em: www.youtube.com/watch?v=Buax12BXhu8 ).

 

- TV BAHIA - 2007: matéria veiculada pela TV Bahia em 31 de março de 2007. (disponível em: www.youtube.com/watch?v=5C3btxo1CYc ).

Compreendendo o Processo de Inclusão Escolar no Brasil na Perspectiva dos Professores
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Inclusão de crianças com deficiência na escola regular numa região do município de São Paulo:
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VÍDEO: Jogos na Sala de Recursos/AEE

 

 

SITE: Instituto Rodrigo Mendes

 

 

LEGISLAÇÃO: Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI)

 

CANAL INCLUNET: Criado pela professora Camila Domingues e o Consultor em acessibilidade digital Leonardo Gleison Ferreira, com o objetivo de demonstrar que ser igual é mostrar que somos todos diferentes.

 

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, [2016]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

 

BRASIL. Decreto 5.296, de 2 de dezembro de 2004.           Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, Casa Civil, [2004]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm

 

BRASIL. Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Brasília, Casa Civil, [2009]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6949.htm

 

BRASIL. Lei 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, Casa Civil, [2015]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm

 

BRASIL. Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, Casa Civil, [2000]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm

 

GIL, Marta. Educação Inclusiva: O que o Professor tem a ver com isso? São Paulo, Ashoka, 2005.

 

INSTITUTO ALANA. Os Benefícios da Educação Inclusiva para Estudantes com e sem Deficiência. São Paulo, Instituto Alana e ABT Associates, 2016. Disponível em: https://alana.org.br/wp-content/uploads/2019/10/os-beneficios-da-educacao-inclusiva.pdf

 

INSTITUTO AURORA. ODS 4: por uma educação de qualidade para todas as pessoas. Blog Instituto Aurora (internet), 2018. Disponível em: https://institutoaurora.org/ods-4-por-uma-educacao-de-qualidade/?gclid=CjwKCAjwwo-WBhAMEiwAV4dybQ_xw_rNlTyvTn0Wc_GWIwcXlaVHkMWjd0_FJJcpFuBoz_CcsCIq3xoClGIQAvD_BwE.  

 

SASSAKI, Romeu Kazumi. O direito à educação inclusiva, segundo a ONU. Diversa, 2013. Disponível em: https://diversa.org.br/artigos/o-direito-a-educacao-inclusiva-segundo-a-onu/

 

UNESCO. Educação Inclusiva no Brasil. ONU (internet). Disponível em:  https://pt.unesco.org/fieldoffice/brasilia/inclusive-education

Instituições que apoiam o Fórum

REALIZAÇÃO

Secretarias de Educação dos Municípios do Alto Tietê

PROMOÇÃO

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